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Paraty
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Image by Rodrigo_Soldon
Paraty ou Parati é um município brasileiro no Sul do estado do Rio de Janeiro, microrregião da Baía da Ilha Grande, mesorregião Sul Fluminense.

Muito antiga para os padrões brasileiros, a cidade foi povoada entre 1533 e 1560, em 1667 teve sua emancipação política decretada pelo rei de Portugal, tornando-se uma vila independente de Angra dos Reis.

Junto ao oceano, entre dois rios, Paraty está a uma altitude média de apenas 5 metros. Hoje é o centro de um município com 930,7 km² com uma população de 33.062 habitantes (densidade demográfica: 35,6 h/km²).

A cidade já foi sede do mais importante porto exportador de ouro do Brasil, durante o período colonial.

História

Nos primeiros anos do descobrimento, já era conhecida dos portugueses a trilha aberta pelos índios goianases ligando o Vale do Paraíba às praias de Paraty. Por ela passaram expedições de apresamento de indígenas.

No entanto, somente em 1630 haveria de ocorrer o povoamento da região quando Maria Jácome de Melo recebeu em doação uma área cortada pelo rio Paratii-guaçu, dentro da Capitania de São Vicente. A primeira construção de que se tem notícia é uma capela dedicada a São Roque, no Morro do Forte.

Até 1636 o povoado original fixou-se no morro, em torno da capela, permanecendo os goianases aldeados à beira-mar. Naquele ano, Maria Jácome doou parte de sua sesmaria para nela se estabelecer a futura vila de Parati, no lugar onde está hoje o Centro Histórico, com a condição de que os índios não fossem molestados. Erigiu-se então a capela dedicada a Nossa Senhora dos Remédios.

A partir de 1654 várias rebeliões ocorrem entre os moradores que queriam torná-la independente de Angra dos Reis, mas somente em 1667 é criada a Vila de Nossa Senhora dos Remédios de Paraty.

Em 1702, o governador da capitania do Rio de Janeiro determina que todas as mercadorias (inclusive o ouro) somente poderiam ingressar na Colônia pela cidade do Rio de Janeiro e daí tomar o rumo de Parati, de onde seguiriam para Minas Gerais pelo antiga trilha indígena já pavimentada com pedras irregulares, que passou a ser conhecida por Caminho do Ouro.

A notícia da descoberta do ouro chega a Lisboa, que mobiliza uma grande frota com destino à colônia. Atrai também a cobiça de corsários ingleses e franceses. As costas de Paraty tornam-se cenário de constantes batalhas navais.

A proibição pelos portugueses de transporte de ouro pela estrada de Paraty, a partir de 1710, faz os paratienses se rebelarem. A medida é revogada, mas depois restabelecida. Este fato, mas principalmente a construção de uma estrada ligando o Rio de Janeiro às Minas Gerais, levam o movimento em direção à vila a diminuir.

Sem contar com a riqueza produzida pelo transporte de ouro, os habitantes da vila dedicam-se a partir do século XVII à produção de aguardente, que passou a ser chamada justamente de Parati. Já em 1820 eram 150 destilarias em atividade.

Para burlar a proibição ao tráfego de escravos, decretada pelo regente Padre Diogo Feijó, o desembarque de africanos passa a ser feito em Paraty. As rotas, por onde antes circulava o ouro, são usadas então para o tráfego e para o escoamento da produção cafeeira do Vale do Paraíba.

Com a chegada da via férrea à Barra do Piraí (1864) a produção passa a escoar por ali, condenando de vez Parati à decadência.

A cidade somente se recuperaria em 1954, com a reconstrução da estrada que a ligava ao Estado de São Paulo, e se torna lugar de interesse turístico.

Em 1958, Parati é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Com a Abertura da estrada Parati-Cunha em 1950 iniciou-se o Ciclo do Turismo na cidade. O movimento turístico intensificou-se com a abertura da Rio-Santos (BR 101) em 1973.

Turismo

Hoje a cidade é o segundo ponto turístico do estado do Rio de Janeiro e o 17º do país[carece de fontes?]. É muito visitada por turístas estrangeiros. Devido a essa relevância, Paraty foi uma das poucas cidades que não é capital de estado a receber a Tocha dos Jogos Pan-americanos de 2007 nos dias que antecederam aos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro.

Paradoxalmente, o longo processo de estagnação a que Paraty foi submetida resultou fundamental para manter intacto o casario colonial, no conjunto conhecido como Centro Histórico, e torná-la um dos destinos turísticos mais procurados do Brasil.

Pelas ruas de pedra irregular circulam a pé – a entrada de veículos é proibida – turistas do mundo inteiro, atraídos pela beleza da arquitetura típica do Brasil Colônia. Demoram-se pelas casas históricas, transformadas em pousadas, restaurantes, lojas de artesanato e museus, em meio a músicos populares e a estátuas vivas, homens e mulheres que se cobrem de pó branco, similar ao mármore, e permanecem imóveis por horas.

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Located on the Costa Verde (Green Coast), a lush, green corridor that runs along the coastline of the state of Rio de Janeiro, in Brazil, Paraty (or Parati) [pronounced Par-a-CHEE] is a preserved Portuguese colonial and Brazilian Imperial (1822-1889) town. Paraty has become a popular tourist area in recent years, renowned for the beauty of the town and the coast and mountains in the region.

History

Paraty was founded formally as a town by Portuguese colonizers in 1667, in a region populated by the Guaianás Indians.

The Guaianás people who lived where the city now stands called the entire area “Paraty”. In the Tupi language “Paraty” means “river of fish”. Even today the Brazilian Mullet (Mugil Brasiliensis) still come back to spawn in the rivers that spill into the Bay of Paraty. When the region was colonized by the Portuguese, they adopted the Guaianás name for their new town.

Fonte: do texto Wikipedia

Bull fight
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Image by pedrosimoes7
Atelier Museu Julio Pomar, R. do Vale, 7, Mercês, Lisbon, Portugal

Júlio Pomar (Texto de Vitor Casimiro)

Júlio Pomar nasceu em Lisboa, em 1926. Aos 8 anos um escultor amigo da família leva-o a frequentar como aluno livre as suas aulas de desenho na, então, Escola de Arte Aplicada António Arroio. Na adolescência frequenta esta escola, onde se prepara para ingressar na Escola de Belas Artes de Lisboa, na qual é admitido em 1942. A sua permanência nesta escola é relativamente curta, ao fim de dois anos de frequência abandona-a.

Em 1944 Pomar transfere-se para a Escola de Belas Artes do Porto.

Com o fim da II Grande Guerra e a derrota do Nazi-fascismo, o regime de Salazar fica mais exposto e as suas contradições tornam-se mais evidentes.

Tal como outros jovens artistas da época, Júlio Pomar é influenciado por escritores que se impunham no panorama literário português, como Alves Redol ou Soeiro Pereira Gomes, ligados ao Partido Comunista Português. O momentâneo fortalecimento da oposição a Salazar e uma temporária permeabilidade da censura promovem a entrada em Portugal de influências decorrentes da reconstrução cultural do pós-guerra. Complementarmente as obras de artistas como Portinari e os grandes muralistas mexicanos – Orozco, Rivera e Siqueiros – encorajam os jovens artistas portugueses, como Júlio Pomar, a fazer da sua arte um veículo de intervenção sócio-política.

Ainda em 1945, Pomar expõe uma das suas obras paradigmáticas – O Gadanheiro – na Sociedade Nacional de Belas Artes (SNBA). Mário Dionísio escreve a propósito um artigo intitulado "O princípio de um grande pintor ?"

Pomar assume-se então como um agitador da contestação ao regime, promovendo a 1ª Exposição da Primavera no Ateneu Comercial do Porto, onde se agrupam artistas que recusam qualquer colaboração com o regime salazarista.

Esta participação activa no movimento de oposição ao regime leva-o a integrar a comissão central do Movimento de Unidade Democrática. A sua intervenção nas lutas estudantis custa-lhe a interdição da frequência da Escola de Belas Artes do Porto.

Para a decoração do Cinema Batalha naquela cidade é-lhe encomendado um grande mural, mandado destruir pela polícia política poucos meses depois da abertura da sala ao público.

Pomar regressa então a Lisboa, onde viria a ser preso durante quatro meses. Nesse período um dos seus quadros, intitulado Resistência, é apreendido na II Exposição Geral de Artes Plásticas.

Em 1950, realiza uma exposição individual na SNBA, em Lisboa, onde apresenta obras marcantes da pintura portuguesa do século XX, como O Almoço do Trolha, Menina com um Gato Morto, Varina Comendo Melancia ou O Cabouqueiro. Ainda com conteúdo neo-realista, estas obras prenunciam, pela marca do gesto na pintura, o início de um percurso autónomo que se irá progressivamente libertando das fórmulas enunciadas nos postulados da ideologia política que inicialmente tinham orientado o seu trabalho.

No mesmo ano, Pomar desloca-se a Espanha, onde estuda o trabalho de Goya, o qual marcará fortemente a sua pintura, sobretudo mais tarde, em 1957, em Maria da Fonte e os Cegos de Madrid.

Na Galeria de Março, em 1952, expõe desenhos, aguarelas, guaches e cerâmicas.

Nos anos seguintes trabalha em retratos de proeminentes intelectuais como Maria Lamas, Mário Dionísio e outros. Participa ainda na experiência colectiva que ficou conhecida por Ciclo do Arroz.

Em 1956, em conjunto com outros artistas, como Rogério Ribeiro e José Júlio, funda a Gravura, cooperativa de produção e divulgação de obras gráficas, da qual será o principal animador até 1963.

O movimento adquire na pintura de Pomar um papel primordial, assumindo-se como a marca da sua pintura a partir desta altura, surgindo descontinuado, agitado, contraditório, reflectindo-se nos temas que escolhe – movimentos de multidão e cenas de trabalho – de que são exemplos os quadros Maria da Fonte e Pescadores.

Em 1960 Pomar realiza trinta pequenas pinturas a preto e branco para ilustrar uma versão de D.Quixote, de Aquilino Ribeiro, seguidas por outros trabalhos de escultura e pintura versando o mesmo tema. Neste mesmo ano dá inicio à série Tauromaquias.

A proximidade do novo atelier, em Paris, do campo de corridas de cavalos de Auteuil, vai influenciar o aparecimento de uma nova série de trabalhos em que o movimento atinge na sua pintura um maior protagonismo. Les Courses são expostos na Galeria Lacloche onde, em 1964, Pomar já tinha apresentado Tauromachies.

Em 1968, inspirado nos acontecimentos de Paris, realiza uma série subordinada ao tema da insurreição, reflectindo o desejo de registar um acontecimento pintando a História. Nesta fase Pomar abandona quase por completo a pintura a óleo, adoptando o acrílico como material de eleição para a sua pintura.

Até 1975, o trabalho do pintor incide principalmente no retrato, com recurso ao desenho e à pintura. Deste período destacam-se a utilização da cor saturada e o rigor geométrico. Os planos monocromáticos ocupam a quase totalidade da superfície da tela, estabelecendo o diálogo entre o vazio e a representação pontual de partes do corpo e da fisionimia do sujeito retratado.

Quando se dá o 25 de Abril de 1974 Pomar encontra-se em Lisboa, onde permanecerá nos meses seguintes ao golpe de Estado, vivendo os acontecimentos revolucionários que se lhe seguiram. Em 10 de Junho participa, com 48 artistas, na elaboração de um painel colectivo destinado a comemorar a queda do regime.

Em 1983, expõe na Galeria 111 a série Os Tigres. Um ano depois realiza a decoração da estação de metropolitano do Alto dos Moinhos, adoptando como tema quatro poetas ligados à cidade de Lisboa – Camões, Bocage, Pessoa e Almada.

Em 1988, Pomar permanece dois meses no Brasil, em Mato Grosso, acompanhando a rodagem do filme de Ruy Guerra, Kuarup. Após a convivência com a realidade dos índios do Alto Xingu, dá início a uma série dedicada a esta temática.

Em 1994 realiza a exposição Fables et Portraits na Galerie Piltzer, em Paris, e o O Paraíso e Outras Histórias na Culturgest em Lisboa. Naquela galeria parisiense apresenta, em 1996, Les Méfaits du Tabac ou l’année du couchon, que em conjunto com a série anterior são testemunho de uma forma de encarar a pintura e a vida com um humor que se encontra muito distante dos sorumbáticos anos do neo-realismo.

Em 1997, apresenta no Centro Cultural da Gandarinha, em Cascais, as obras produzidas em 1958-1960, para a publicação D.Quixote, de Aquilino Ribeiro, e na sua sequência até 1963, acompanhadas de um trabalho de 1997, em quatro elementos, intitulado D.Quixote e os Carneiros.

PRF lança campanha Maio Amarelo no Paraná
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Image by prfparana
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) lançou na tarde desta quarta-feira (3) a campanha internacional Maio Amarelo no Paraná.

O lançamento aconteceu às 14 horas, na rodovia BR-277, quilômetro 59, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba.

Agentes da PRF abordaram os veículos em frente à Unidade Operacional Wanser, localizada a cerca de um quilômetro da praça de pedágio. Após fiscalização, os carros foram decorados com fitas amarelas.

Na sequência, motoristas e passageiros foram convidados a assistir palestras e vídeos de educação para o trânsito, dentro de um ônibus caracterizado da PRF.

Sobre a campanha

O Maio Amarelo é um movimento internacional de mobilização para a redução de acidentes e por um trânsito mais seguro.

A cor amarela foi escolhida em alusão à sinalização de advertência, utilizada nos semáforos. Por isso ficou conhecida como a cor da atenção pela vida.

Foi no dia 11 de maio de 2011 que a ONU decretou a Década de Ações para a Segurança no Trânsito (2011-2020), que tem como meta a redução de 50% dos mortos em acidentes de trânsito no mundo.

Fotos: Maciel Júnior/PRF