Nice Carros Sem Entrada, photos

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Some cool carros sem entrada, images:

Hangar
carros sem entrada,
Image by Graciolli Dotcom
[ROLÊ] ClickSP
Visita Base aerea de São Paulo

Graciolli disse:
Galera, mas uma vez foi incrível!!!! Valeu pelo passeio, pelas fotos, pelas novas pessoas que conheci hoje e principalmente, pelas risadas. Muito bom…

Galera, olha que louco pra quem foi vai entender, coloquei o mapa de onde tirei a foto (rs)

Rodsney [organizador] disse:
Como eu ja havia dito esse é o unico dia disponivel para visitantes na BASP.
O horario da visita é as 08:00hs. Na sexta feira dia 20/08 haverá uma parada militar. Assistiremos a parada e depois seguiremos com o roteiro de lugares a visitar.

Lembrando que quem for de carro o portão G3 esta disponivel para entrada. Basta pegar a Rodovia Helio Smidt (sentido aeroporto internacional GRU), e entrar na entrada do Hotel Caesar Park Hotel e seguir a placa para Base Aerea de São Paulo. Sem erro!

Obs: Entrando por esse portão deve seguir até o portão G1 onde estaremos concentrados as 07:30hs. O portão G1 fica na Avenida Monteiro Lobato. Para quem vai de condução Deve descer na Av. Santos Dumont e seguir sentido BASP. Também sem erro ela termina em frente a BASP.

Galera aguardo todos que estão confirmados lá.

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E no meio do nada… o pneu furou.
carros sem entrada,
Image by blackbird.fly
Domingo 9h já estavam no carro: Bombinho e Wilbur, um sanduiche da unica fatia de presento que havia em casa, câmera, água pra beber, água pra se o carro esquentar, casacos se fizer frio, óculos escuros e dois brasileiros animados. Partimos em direção ao nada.

As duas horas do caminho passavam muito rápido com assuntos variados, mas o rápido café da manhã com yogurte já dava sinais que o almoço nao podia demorar. "E se antes de entramos realmente no deserto, nós passasemos em Palmn Springs pra comer alguma coisa?". Sugestão aceita, saímos da highway para a direita e 30 minutos depois encontramos a cidade perdida no meio do deserto.

O caminho já foi muito bonito, com moinhos de vento, nao aqueles holandeses, mas mais modernos, gigantescos, design clean mas ainda assim muito intimidadores, ou seja claramente americanos. Milhões deles pela estrada, e além disso muito pouco: montanhas enormes que pareciam só areia e pedras empinhadas, moitas esparças, e alguns caminhos transversais à estrada que pareciam dar em lugar nenhum, ou seja: exatamente onde queríamos ir.

Decidimos entrar em um deles, o mais bonito deles, com a pista elevada em uma pirâmede de pedra. Avistamos ao longe, mas perdemos a entrada. Ficamos até decepcionados, mas decidimos entrar na volta. Percebemos que a estrada da volta nao tinha entrada para esse caminho, que parecia subir muito na montanha. Ficamos decepcionados de novo mas seguimos viagem.

Segundo ele, que já havia estado lá na época do Coachella, Palm Springs é a cidade que os velhos da região vão para se aposentar. Muito apreciada por gays e lésbicas, a cidade parece montada no SinCity. Uma micro-cidade grande, com cinemas, restaurantes caros, lojas bacanas para os pais gastarem com seus filhos
adolescentes, palmeiras, cachorros, uma rua principal para todo mundo ser visto e taxas de criminalidade mínimas, tudo cercado por uma cadeia rochosa gigantesca que no inverno tem seu pico coberto de neve.

Depois de um passeio curto pela cidade, optamos por comer algo rápido e partir. Um hamburguer de frango com algo verde que eu nao sei o que pra mim, e pra ele a promocão de 2 hamburgues de carne-cheddar-bacon-onionrings por 2 dolares cada.
Ele comeu um só e guardamos o outro no carro, que serviria de café da manhã dalí a alguns dias.

Voltamos para a estrada agora a de saída da cidade. E é aqui, depois de toda ambientação, 6 parágrafos depois, que realmente começa essa história.

Menos de 15 minutos da cidade (talvez 10), ouvimos uma coisa estranha e o carro ficou meio bambo. Furou o pneu! Ele disse, e eu meti a cabeça pra fora do carro e constatei: Furou. No caminho inteiro eu já tinha visto muitos restos de pneu, e já sabia que o asfalto quente nao era de muitas amizades. Mas agora era real.
A primeira reação foi nao ter reações ou no máximo arriscar um choro deserperado. E agora? Agora não tem mais teoria, todo mundo pra fora do carro, vamos ver se é tão fácil quanto parece. Só para não me perder e para pontuar de forma adequada o dia mais surreal da nossa estada dos estados até agora, vou a partir daqui numerar os acontecimentos.

1. como é claro deve ser o número 1, fomos tentar trocar o pneu. O carro é novo, estamos com ele há poucos meses, o que, sim, dificultou as coisas. mas ele é um simpático New Beatle, logicamente não vai nos criar problemas tendo essa carinho tão linda. Veremos. Tiramos todas as ferramentas do porta-malas, que pareciam formar um kit. Tiramos de lá também o estepe.

2. Primeira dificuldade: não foi tão simples assim descobrir como se tira aquela primeira parte da roda, a parte que esconde os parafusos que vc tem q tirar. só ai gastamos uns 10 minutos até que, se não me engano, saiu a força. Nossos nervos estavam já irritados e a ansiedade tomava conta, mas até aqui tudo bem.

3. Macaco. Esse é fácil. Descobrimos na hora o seu funcionamento e tudo começou a parecer tão simples e auto explicatiivo. Colocamos o macaco no chão e a cada rodada da manivela, o carro subia um pouco. Era lindo de se ver.

4. Poucas rodadas depois o carro parou de subir e fomos ver que era o macaco que estava descendo, afundando na terra.Não mencionei antes mas agora é válido dizer que estavamos numa estrada de alta velocidade, no meio do deserto, sem ninguém nem absolutamente nada ao redor, e o acostamento já era a areia pedregosa do deserto, a qual engolia o macaco a cada girada. Existe uma palavra na lingua portuguesa que se adequa àquelas situações onde tudo parece ir pelo caminho errado, e nesse fatídico dia ela foi dita milhãres de vezes começando por aqui: Fudeu.

5. Eu, que já estava nesse momento um pouco afastada do carro, tive a idéia de procurar alguma coisa no deserto para colocar em baixo do macaco e fazer um solo mais firme. Achei alguns restos de madeira e copos do McDonalds mas precisavamos de algo maior. É incrivel como você acha coisas interessantes no deserto. Carrinhos de brinquedo, bonés, plásticos, muitas vezes até cobras e escorpiões, muitas vezes ate corpos debaixo dos bonés, muitas vezes até asas de avião. Aqui tudo começou a ficar surreal, e eu, na minha insignificancia diante do caos do universo, descobri aqui que não adiantaria minha angustia e estresse nessa situação, porque se achamos assim uma asa de avião, o decorrer dessa história não estava mais sob controle da racionalidade. A verdade é que, rodeada por fitas amarelas como as que cercam a cena de crimes, estava intácto um pedaço de uma fusilagem de avião. Nela víamos uma parte da janela e a onipresente bandeira americana. A colocamos debaixo do macaco e, como nos óculos da ChilliBeans, o material curvava mais não quebrava. Levantamos o carro.

6. Pronto, parafusos a mostra, ferramentas no chão, carro levantado, a simplicidade do próximo atos era visível. Ele então encaixou o primeiro parafuso na ferramente específica e forçava, forçava e nada. Subiu em cima da ferramente e o parafuso não mudava de posição. Até aí tudo bem, o problema foi quando ele notou que dos 5 parafusos, 4 eram iguais e 1 era um pouco menor, e nenhuma das nossas erramentas encaixava nele. Não tinhamos mais dúvidas: com as nossas ferramentas nós não íamos conseguir trocar o pneu. E agora? Agora realmente fudeu.

Marechal’s
carros sem entrada,
Image by Graciolli Dotcom
[ROLÊ] ClickSP
Visita Base aerea de São Paulo

Graciolli disse:
Galera, mas uma vez foi incrível!!!! Valeu pelo passeio, pelas fotos, pelas novas pessoas que conheci hoje e principalmente, pelas risadas. Muito bom…

Galera, olha que louco pra quem foi vai entender, coloquei o mapa de onde tirei a foto (rs)

Rodsney [organizador] disse:
Como eu ja havia dito esse é o unico dia disponivel para visitantes na BASP.
O horario da visita é as 08:00hs. Na sexta feira dia 20/08 haverá uma parada militar. Assistiremos a parada e depois seguiremos com o roteiro de lugares a visitar.

Lembrando que quem for de carro o portão G3 esta disponivel para entrada. Basta pegar a Rodovia Helio Smidt (sentido aeroporto internacional GRU), e entrar na entrada do Hotel Caesar Park Hotel e seguir a placa para Base Aerea de São Paulo. Sem erro!

Obs: Entrando por esse portão deve seguir até o portão G1 onde estaremos concentrados as 07:30hs. O portão G1 fica na Avenida Monteiro Lobato. Para quem vai de condução Deve descer na Av. Santos Dumont e seguir sentido BASP. Também sem erro ela termina em frente a BASP.

Galera aguardo todos que estão confirmados lá.

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